38 comentários:
De artesaoocioso a 28 de Março de 2008 às 16:31
Caro amigo,

Agradeço o seu comentário e não fico molestado com a sua sugestão: todos temos o direito de ter opiniões, o que é muito positivo.
Vou tentar explicar duas coisas:
a) no plano geral não estou de acordo que o nosso mal resulte de nos queixarmos e não agimos. As causas do nosso atraso são estruturais e de longa data: esta discussão ocuparia muito espaço.
b) no plano pessoal foi activista sindical durante trinta anos (comecei antes do 25 de Abril nos sindicatos corporativos rodeado de bufos). Conheço, por dentro sindicatos, alguns partidos e alguns personagens políticos.
Como pude e como sabia, lutei por uma sociedade melhor, que não se concretizou, paguei o respectivo preço e não estou arrependido.
Hoje estou reformado e a minha forma de participar (tentei outras que não resultaram) é através do blogue.
Com a idade posso ter ficado pessimista , não serei o primeiro nem o último), mas acerca de algumas matérias sei do que falo.
Entre os anos 85 e 2005 Portugal teve uma conjuntura excepcional: milhões de euros da UE, taxas de juro excepcionalmente baixas, economias à nossa volta a crescer, e acordamos na fossa com o défice a entrar-nos na carteira.
Como foi possível governar tão mal e com tanta incompetência ?
É com todo o gosto que continuarei a receber as suas opiniões e criticas.
De jogo da sueca a 30 de Março de 2008 às 16:04
Viva!

Fica a sua opinião registada e fico com a certeza de que sabe do que está a falar.

Estou seguro de que a nossa orientação nunca foi a melhor, mas o que mais me preocupa não é termos maus políticos e dirigentes. O que me preocupa é que eles não são mais do que um reflexo da população que dirigem...

Cumprimentos!
De artesaoocioso a 30 de Março de 2008 às 22:46
A política e os políticos são como nós: a sociedade que temos é a que merecemos.
Só uma pequena nota: quando me reformei tentei colaborar em organizações de solidariedade social.
Não foi fácil porque o leque da oferta é limitado.
Foi para mim uma surpresa que, quer o Estado, quer essas organizações, não aproveitem o potencial, pelo menos, de experiencia, que muitos reformados tem.
A vida é como é.
Cumprimentos.
João Gonçalves
De jogo da sueca a 31 de Março de 2008 às 23:38
para mim de facto também é uma surpresa.

porque ao que sei ainda existem algumas pessoas que quando se reformam pretendem ser voluntárias.

partia do principio que estivessem organizadas para acolher as pessoas...

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